Você pode, obviamente, ter uma boa idéia de quanto uma propriedade vale a pena, comparando com outras semelhantes. O m...
Quando você solicitar informações sobre a venda de um imóvel é fundamental que lhe comuniquem todas as condições ...
Os detalhes é que fazem realmente toda a diferença quando se quer ter uma boa moradia. Imagine você conviver diariame...
Quando comecei arquitetura, fiquei encantada com a Bauhaus – é lógico que eu tinha uma tendência focada nas artes mais do que na própria arquitetura, pois naquela época eu conseguia “separar conhecimentos”- eles eram poucos e assim, fáceis de serem distinguidos.
“Criemos uma nova guilda de artesãos, sem as distinções de classe que erguem uma barreira de arrogância entre o artista e o artesão”, declara o arquiteto germânico Walter Adolf Gropius (1883 – 1969), quando inaugura a Bauhaus, em 1919. Criada com a fusão da Academia de Belas Artes com a Escola de Artes Aplicadas de Weimar, Alemanha, a nova escola de artes aplicadas e arquitetura traz na origem um traço destacado de seu perfil: a tentativa de articulação entre arte e artesanato. Ao ideal do artista artesão defendido por Gropius soma-se a defesa da complementaridade das diferentes artes sob a égide do design e da arquitetura. O termo bauhaus - haus, ”casa”, bauen, “para construir” – permite flagrar o espírito que conduz o programa da escola: a idéia de que o aprendizado e o objetivo da arte ligam-se ao fazer artístico, o que evoca uma herança medieval de reintegração das artes e ofícios.”
Além disso, a arquitetura Bizantina, mais a Gótica me levavam a emoções incríveis – Tive um professor que nos impressionou com as construções do Egito, garantindo que ele mesmo havia vivido lá “em vidas passadas”
- Art Noveau foi o máximo para mim com aquelas formas orgânicas todas e, no cansaço delas, a Art Decó e a Arquitetura Moderna caracterizada por um forte discurso social e estético de renovação do ambiente de vida do homem contemporâneo. Esta forma de ver vem da idealização, fundação e evolução da escola alemã Bauhaus: dela saem os principais nomes desta arquitetura. A busca de uma nova sociedade, naturalmente moderna, era entendida como universal: desta maneira, a arquitetura influenciada pela Bauhaus se caracterizou como um algo considerado internacional (daí a corrente de pensamento associada a ela ser chamada de “international style”, título vindo de uma exposição promovida no MoMA de Nova Iorque).
Neste período de estudante de arquitetura, a juventude idealista e a paixão pelo ver e viver, me fizeram viajar pelo Brasil de automóvel – Conheci o Rio Grande do Sul inteiro e comecei a subida – No Paraná, em Curitiba, tive a oportunidade de conhecer a obra arquitetônica e toda a “engenharia de palco com os elevadores e etc…” do fabuloso Teatro Guaira, o que mudou o foco de minhas viagens – Ver obras de arquitetos virou meu principal motivo – Assim, acabei indo `a Brasília, Belo Horizonte… enfim, persegui as obras do nosso Oscar Niemeyer.
Dentro de minha faculdade, minha paixão nova, não ecoou com o mesmo tom!…
O mundo inteiro se curva, “assim como suas obras”, por ele. Nenhum Brasileiro foi tão distintamente estudado e valorizado fora do Brasil como ele e nenhum arquiteto do mundo coleciona tantas obras de valor – sei que muitos arquitetos “conseguem se formar” sem nunca ter ficado em frente à uma obra deste mestre – isso é lamentável!!!
Hoje vi uma homenagem à ele feita por Holandeses… linda!!! Em qualquer momento, em qualquer lugar, obrigada pela sua vida e obra – Feliz Aniversário de 100 anos, que você seja eterno. (Laci Todeschini – Arquitetura 1979)
“O tema da sustentabilidade parece ter realmente entrado na “moda” dos arquitetos contemporâneos, vide a proliferação de projetos intitulados “verdes”. Mas será que todas estas obras são realmente sustentáveis, ou é apenas mais um rótulo determinado pela banalização comercial de um tema tão importante.
Toda obra de arquitetura, de uma forma ou de outra tem impactos sobre o meio ambiente do nosso planeta. Ao escolhermos materiais e processos construtivos, estamos elegendo ações que irão estabelecer conseqüências ao entorno construído, e estas conseqüências podem ser benéficas ou não.
Um edifício sustentável não é aquele que apenas capta água da chuva, ou utiliza aquecimento solar no sistema de água. A sustentabilidade deve ser tratada de forma mais profunda, abrangendo todas etapas da construção de um edifício, ou seja, deve ser uma decisão de projeto extremamente ampla.
Ao definir os revestimentos de determinado edifício, por exemplo, o arquiteto deveria conhecer de forma profunda cada material que está sendo empregado na obra. Estes elementos são geralmente extraídos da natureza, sofrendo transformações para se adequarem a determinada função. Isto gera gastos de energia e emissões associadas que muitas vezes são prejudiciais ao meio ambiente, sem contar no desconhecimento quanto a requisitos de manutenção, demolição e reciclagem do produto.
O que quero dizer com isso é que todas as decisões de projeto deveriam ser estabelecidas a partir de critérios globais, e não apenas visando a estética do artefato arquitetônico.
A questão da energia é, de todos os critérios que envolvem uma obra, uma das mais importantes para a manutenção de uma boa qualidade de vida. A atual escassez dos recursos naturais do planeta faz com que este seja um tema merecedor de crescente atenção. Os edifícios consomem uma boa fatia da produção energética de cada país. Melhorar sua eficiência deve ser um dos principais objetivos do arquiteto.
Entretanto, um dos maiores problemas para que este tema tenha um avanço significativo, é a falsa impressão de que a adequação do desenho de um edifício à características que proporcionem uma melhor eficiência energética, geram um aumento significativo de custos de construção.
Pelo contrário, através de simples estratégias de projeto, é possível estabelecer um objeto volumetricamente simples e funcionalmente eficaz, onde a disposição dos espaços obedece a uma regra que visa fundamentalmente a utilização racional da energia natural.
Por mais lógico que possa parecer, um projeto de arquitetura deve resultar de ações que visem a manutenção e o reaproveitamento dos recursos naturais do planeta, auxiliando de forma contundente na construção de um ambiente que se sustente de forma plena.”
Uma igreja de papelão, desenhada pelo arquiteto japonês Shigeru Ban será construída em substituição à uma catedral de 131 anos destruída por terremoto em Christchurch pela Igreja Anglicana da Nova Zelândia. O prédio é temporário enquanto se trabalha em projeto permanente. A catedral da era vitoriana, de estilo gótico, dominava a praça central da cidade.
“A Catedral de Transição é um símbolo de esperança para o futuro desta cidade, além de ser sustentável e acessível”, disse o porta-voz Richard Gray, e será composta de tubos de papelão, vigas de madeira, aço estrutural e um bloco de concreto, e deve durar mais de 20 anos. A expectativa é de que seja concluída a tempo para as missas de Natal em dezembro.
Segundo o arquiteto paraguaio Solano Benítez, um projeto de arquitetura sustentável depende sempre do ponto de vista do arquiteto, pois os elementos e materiais sustentáveis precisam de criterioso processamento dos profissionais. Segundo ele, uma arquitetura que busca seguir a preservação ambienteal é “uma imaginação que vai servir de suporte para as próximas cidades, para um próximo tempo”.
Benítez esteve em São Paulo para o lançamento de livro sobre o seu trabalho e durante palestra discutiu um projeto de habitação e ocupação para uma comunidade de camponeses em um terreno paraguaio localizado a 15 km da fronteira com o Brasil, quando foram considerados não apenas o conhecimento e os costumes da população local, mas também os elementos naturais do ambiente.
No evento foi relatada ainda outra proposta do escritório de Benítez, da arquiteta Glória Cabral, que analisou como se daria uma conexão entre a cidade de Assunção e um terreno no lado oposto do Rio Paraguai. A arquiteta detalhou de forma avançada como seriam a instalação de um porto no rio e a construção de um sistema de transporte coletivo conhecido como Maglev (Magnetic Levitation).
Aqui está mais um arrojado projeto de Kengo Kuma, que fala do interesse contínuo na reconexão com a natureza ou arquitetura, para citar o arquiteto, a necessidade de “recuperar o lugar”. Usando a arquitetura como um fundamento da natureza, o projeto parece ecoar da necessidade de experimentar o espaço construído através da sua interação com os elementos e transformações afetadas pela passagem do tempo. A parede facetada é preenchida com plantas, criando uma impressão de duas forças arquitetônicas, o natural e o artificial, lutando pela supremacia.

O edifício multiuso está localizado perto da estação ferroviária de Odawara, Japão. A fachada, conseguida através de espuma de estireno cariado, engloba o edifício, deixando o chão transparente e acessível. O primeiro piso onde o acesso é facilitado, tem uma clínica e uma farmácia, enquanto os pisos superiores são usados para escritórios. Os plantadores são compostos de alumínio fundido em painéis feitos em fundição monobloco. Cada painel está inclinado e sua superfície parece ser orgânica dos quais dentro do fundido vem a espuma de estireno deteriorada. Equipamentos, tais como rega de mangueira, reservatório de ar para ventilação e tubos de queda da água estão instalados atrás dos painéis de forma que a fachada possa acomodar um sistema abrangente para a construção. A
proporciona total rega e chega em todas as partes do alumínio moldado – os plantadores assim, mantendo toda a estrutura orgânica e viva. (Fonte: evolo.us)
O Aisslinger Estúdio internacionalmente aclamado, com escritórios em Berlim e em Cingapura, usa novos materiais de uma forma que enfatiza aspectos utilitários e orgânicos de design, e consegue conciliar critérios de alta estética com estilos de vida contemporâneos nômades.
Sua cadeira monobloco foi criada para a “Poesia acontece” exposição em Ventura Lambrate. O que é inovadora sobre o desenho é o fato de que é feita de fibras naturais, utilizando métodos de produção generalizados na indústria automotiva para atingir leveza e força.

A folha de material sustentável da cadeira de cânhamo permite o uso de mais de 70% de fibras naturais, em combinação com Acrodur BASF resina à base de água acrílico.Ao contrário com clássicas resinas reativas, este método não libera substâncias orgânicas, tais como o fenol ou formaldeído durante o processo de reticulação. O único sub produto do processo de cura é de água. Além disso, o processo industrial de contas de moldagem por compressão para baixo custo de produção em massa deobjetos tridimensionais com elevada resistência mecânica e muito baixo peso específico.
A cadeira Presidente de cânhamo é eco-amigável, leve e empilhável. É feita a partir de uma fina camada de material, moldando uma estrutura macia curvada reminiscente da estética dos automóveis. É um produto que aspira responder algumas das exigências atuais de design: sustentabilidade, aparência sofisticada e possibilidade de produção em massa. (Fonte: evolo.us)
Como os “consumidores” são frequentemente confrontados com decisões de estilo de vida que podem impactar o meio ambiente, existem algumas opções nesta vida que podem fazer uma grande diferença no que a qualidade de vida será para aqueles que nos seguem. Indo com o fluxo de nossa cultura é difícil evitar, e, infelizmente, o fluxo não está na direção certa para a evolução de um futuro sustentável. Uma das escolhas mais importantes que qualquer um de nós fará é o tipo de casa em que vivemos vamos colocar para vocês algumas matérias sobre os princípios de arquitetura sustentável, que podem orientá-lo em suas escolhas de habitação.
O Centro de Convenções localizado em Estocolmo foi recentemente executado concorreu a prêmios pelo projeto.
Situado perto da Estação Central e ao longo da baía Riddarfjärden, o projeto teve que realizar um elevado nível de integração e introduzir novas trajetórias que ligam o edifício com o centro da cidade.
Composto por três edifícios separados, o Centro de Convenções tem por objetivo “responder às necessidades da região e manter-se na adjacência da água”, bem como oferecer conteúdos diferenciados aos públicos. Assim, o Centro possui na parte inferior o setor de concertos e artes, assim ficam mais próximos da água, enquanto que o edifício de escritórios e um hotel de 400 apartamentos, está diretamente ligada ao edifício na parte superior. Ambientes possuem dupla utilização de espaços e uma grande parte do prédio é suspenso para além dos limites do local, assim foram introduzidas a fim de acomodar a exigência de um acomodar 3.000 congressistas e uma sala de refeições de 2.000 lugares.
A “fita de tiras” rodeia a principal unidade, e sua a distribuição da uma sensação de movimento mesmo com a forma estática. Suspensa sobre a entrada, a forma orgânica que abriga uma sala de congressos, torna-se o foco principal de toda a instalação. Envolto em um véu reflector de tiras de aço inoxidável, paira no ar como uma concha exterior que mantëm distância a partir da estrutura. (Fonte: evolo.us)
Copyright 2011. Knead criado em WordPress por Obox e adaptado por Catânia Studio

