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      Vegan House e sua fachada de janelas coloridas

      Com o título acima, matéria sobre Vegan House publicada no site arquitetura sustentável.

      O bairro Ho Chi Minh, no Vietnã ganhou novas cores recentemente. Em contraste com as construções tradicionais, o estilo inovador da Vegan House conquistou os moradores e trouxe mais interação social e cultura ao local. A construção que antes era uma residência particular foi completamente repaginada e transformada em um centro cultural para a comunidade.

      Desenvolvido pelo escritório Block Architects, o projeto da “Casa Vegana” tem como objetivo a integração entre os moradores, alimentação tradicional e a cultura vietnamita. “É neste ponto que as pessoas podem se encontrar, compartilhar, comer e cozinhar a comida tradicional vietnamita, especialmente comida vegan.” dizem os arquitetos.

      O centro cultural conta com 3 pavimentos divididos entre cozinha de uso comum, salas de jantar e diversos ambientes de vivência, todos compostos inteiramente por mobiliários doados ou reaproveitados. Para aproveitar o máximo de ventilação e iluminação naturais, os arquitetos optaram por dar uma nova interpretação ao estilo de janelas já utilizadas tradicionalmente no país. Através do novo arranjo, as janelas de madeira coloridas seguem da fachada até a cobertura tornando o edifício confortável internamente e dando movimento a fachada. “Estas janelas têm sido utilizadas no Vietnã durante muito tempo por conta da ventilação. Dessa vez elas foram rearranjadas em uma nova fachada para criar uma atração especial, bem como a harmonização com o entorno.” contam os arquitetos.

      Além da fachada colorida, o telhado do edifício também conta com janelas com aberturas em certos pontos para a entrada de luz para a vegetação.

      A obra foi realizada em 2014 e tem uma área total de 60m².

      fonte: arquiteturasustentavel

       

    • Em casa na arvore poluição não entra (3)

      Em casa na arvore não entra poluição

      Quem nunca sonhou em ter sua própria casa na árvore? Muitos quiseram, poucos realizaram. Luciano Pia levou o sonho a sério depois de adulto ao construir o edifício 25 Verde, feito para fugir do cenário urbano e da poluição de Turim (onde foi construído).

      O prédio conta com 150 árvores que são capazes de absorver cerca de 200 mil litros de dióxido de carbono por hora, além de não permitir que as impurezas entrem, cria uma camada capaz de manter o ambiente mais silencioso. As árvores ainda são responsáveis pela criação de um microclima próprio na região, que mantém a temperatura estável durante todo o ano, evitando temperaturas extremas.

      Ramas de uma grande árvore que sustentam os cinco andares de apartamentos, se encontram na fachada da construção, como grande jardim vertical. Resultando num visual cheio de estilo, ecológico e funcional.

      Confira as fotos:

      Fonte: hypeness

       

    • mini casa sustentavel

      Uma MINI CASA sustentável e encantadora

      Sem a necessidade de muito espaço, os arquitetos dos estúdios Foundry Architects e Boneyard conseguiram conciliar valor estético e conforto a sustentabilidade. Em um “caixote” de 3m x 6m, os projetistas conseguiram encontrar soluções para tornar um espaço muito pequeno em um ambiente confortável para duas pessoas viverem. O resultado foi uma micro casa com design inteligente e bonito que não abre mão do baixo custo e da eficiência.

      A Minim House procura reinventar o modelo de moradia e propor uma otimização de todos os espaços de um ambiente. Através de um projeto de loft quase sem paredes foi possível reunir tudo o que um casal ou mesmo um solteiro precisa para viver com conforto. Nos 64 metros quadrados de espaço construído, foram incluídas uma sala, escritório, cozinha e banheiro, além de uma cama de casal e uma mesa de jantar retráteis para uso apenas quando necessário.

      Construída com peças pré-fabricadas, a casa levou pouco tempo para ser montada, além de gerar poucos resíduos com a obra, já que a montagem é feita por peças sob medida. O ambiente interno é isolado acusticamente e iluminado na maior parte do dia de forma natural. As janelas e portas são transparentes para aproveitar a luz do sol e reduzir o consumo energético. Além disso, como forma de deixar a casa ainda mais eficiente, foram instalados painéis solares com capacidade de 960 watts e um sistema de captação de água da chuva de 290 litros com tratamento de água incorporado.

      Além do design flexível e os sistemas de aproveitamento de água e geração de energia limpa, a Minim House apresenta outra novidade. Suas peças são destacáveis fazendo com que a casa possa ser desmontada e montada novamente em um outro local.

      O projeto conquistou o prêmio do Instituto Americano dos Arquitetos e vem sendo elogiado por diversos críticos e estudiosos da área. Veja abaixo a galeria com um tour pela Minim House

      Fonte: arquiteturasustentavel

    • Primeiro edifício com energia gerada por algas

      Primeiro edifício com energia gerada por algas

      Na busca por energia limpa e sistemas sustentáveis, a biomassa tem ganhado destaque e não é só no Brasil. Em Hamburgo, na Alemanha, um edifício foi revestido com placas especiais, contendo algas capazes de produzir energia. O projeto, que ficou conhecido como BIQ house, foi o primeiro do tipo em todo o mundo.

      Ao todo, 129 painéis de vidro contendo essas pequenas algas foram instalados na fachada do edifício. Como uma espécie de veneziana, as placas ficam na parte externa e podem ser redirecionadas, dependendo da direção da luz do sol. As algas são alimentadas por nutrientes líquidos e dióxido de carbono, a partir de um sistema automatizado. Ao entrarem em contato com a luz do sol, as algas se multiplicam e, ao atingirem determinado estágio, são recolhidas, fermentadas e convertidas em biogás que, por sua vez, é utilizado para fornecer energia para o próprio edifício.

      Além da energia limpa, os painéis de algas garantem sombra no verão e auxiliam na manutenção da temperatura dos ambientes e a abafar ruídos da rua. As algas utilizadas são capazes de produzir um volume de biomassa cinco vezes maior do que qualquer outra planta. A BIQ house fez parte da Exposição Internacional da Construção (IA), que aconteceu em 2013.

       

      Fonte: hypeness

    • Casa de madeira empilhada

      Casa de madeira empilhada

      Quando observamos esse grande cubo de madeira no meio da floresta, à primeira vista, a impressão que podemos ter é de que se trata simplesmente de um monte de madeira empilhada. Entretanto, essa pilha feita de blocos de madeira bruta é uma casa com uma arquitetura criativa e surpreendentemente eficiente.

      Utilizando apenas madeira e vidro como materiais de composição, a Final Wooden House, projetada pelo arquiteto Sou Fujimoto, oferece através de sua disposição de volumes inteligente tudo o que seu usuário precisa. Tudo é feito de maneira que se torne parte de um todo autoportante. Colunas, vigas, fundações, paredes externas e internas, tetos, níveis, escadas, aberturas e até o mobiliário são feitos com a mesma madeira através do “encaixe” da edificação.

      Na casa, não existem separações entre pavimentos ou paredes e teto. O local que funciona como degrau também serve como cadeira e bancada, ou um teto do primeiro nível pode ser uma cama com vista para o céu. Tudo depende de como o espaço é aproveitado.

      O local tem o poder de propor uma maneira única de aproveitar o espaço e toda sua tridimensionalidade. Mais do que uma estadia em um local com beleza natural exuberante, a Final Wooden House traz uma nova experiência de sentidos e descobertas em seu espaço interno.

      A casa foi construída em 2008 na província de Kumamoto no Japão e possui uma área de 15 metros quadrados.

      Fonte: arquiteturasustentavel

    • Pump House um refúgio no interior da Austrália

      Pump House: um refúgio no interior da Austrália

      Em Victoria, interior da Austrália, o escritório de arquitetura Branch Studio Architects ergueu um refúgio à beira do lago. Esta pequena cabana de madeira conta com uma cobertura assimétrica revestida por painéis de ferro pigmentados, que se estendem para também recobrir as fachadas leste e oeste.

      A Pump House surgiu, a princípio, para acomodar uma bomba de água e algumas ferramentas da fazenda. A pequena cabana acabou por se tornar um refúgio para lazer e descanso. As demais faces da residência são formadas por amplas portas de vidro corrediças. Em resposta ao contexto ambiental, o escritório local Branch Studio Architects implementou sistemas de aquecimento a lenha, placas fotovoltaicas e tanques para a coleta e reciclagem de águas pluviais, tornando a morada totalmente autossuficiente.

      Fonte: Arcoweb

    • Pop Art A Casa surreal de Tommy Hilfiger

      Pop Art: A Casa surreal de Tommy Hilfiger

      O estilista Tommy Hilfiger é daqueles que representam o estilo american way of life da sua maneira mais pura, seja através de suas roupas ou de suas casas. Enquanto seu apartamento oficial em Nova York é mais sofisticado, a sua residência em Miami é totalmente diferente virando praticamente uma ode ao pop art.
      O Pop Art nada mais é do que um movimento artístico que surgiu nos Estados Unidos trazendo cor e alegria para a arte, decoração, músicas e roupas. Era uma arte popular, que atendia a todos e vivia um momento de crise criativa por isso copiava imagens e reutilizava fotografias. Na arquitetura as cores da pop art invadiram as casas e ruas e transformaram os espaços antes sóbrios em lúdicos.
      Este estilo aparece tanto compondo um espaço completo como apenas como um detalhe na decoração tradicional. Os elementos de repetição surgem na decoração como referência, as cores transformam o espaço e as figuras famosas tornam o ambiente bem divertido.

      Fonte: Fashionista/ARK Arquitetura

    • Arquiteto projeta escolas flutuantes em região com constantes inundações

      Arquiteto projeta escolas flutuantes em região com constantes inundações

      O arquiteto Kunie Adeyemi, da NLE, encontrou uma ótima solução para lidar com o problema de frequentes inundações na região de Makoko, na Nigéria. Ele projetou escolas sustentáveis e flutuantes que conseguem abrigar até 100 crianças cada uma e que funcionam independentemente de fenômenos naturais.

      A estrutura é construída sobre uma base de 32 metros quadrados e possui 3 andares, 10 metros de altura. A base flutua através de 256 tambores reaproveitados. Além disso, a construção e feita totalmente em madeira em madeira reutilizada.

      A escola conta com playground, área de lazer, salas de aula e espaços para aula ao ar livre. Para que seja necessário depender de luz e água que estão disponíveis em terra, Kunie adotou a implementação de painéis solares e um sistema para captar a água da chuva, que é filtrada e usada nos banheiros.  Os painéis solares proporcionam eletricidade, enquanto a colheita de águas pluviais facilita o uso dos inodoros de compostagem, instalado como uma solução para o sistema de esgoto inexistente.

      Através da escola flutuante, as crianças da região não ficam sem aulas mesmo em períodos de alagamento, podendo chegar até o local usando barcos. Com foco na sustentabilidade, as escolas flutuantes pensadas por Kunie Adeyemi custam menos do que aquelas construídas em terra firme. Os arquitetos do NLÉ esperam que o projeto da escola Makoko seja um protótipo para melhorar a arquitetura e o urbanismo das cidades costeiras da África e assim criar casas, centros comunitários e playgrounds flutuantes.

      Escola flutuante

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      Escola flutuante

      Escola flutuante

      Corte / Diagrama

      Fonte: Hypennes

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